Recusa de atendimento, procedimentos médico desnecessários e agressões verbais são algumas das situações o que configuram violência obstétrica. Emprego termo se refere aos diversos espécies de agressão a mulheres gestantes, seja enquanto pré-natal, enquanto parto alternativamente pós-parto.

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Sofrer algo mais tipo de violência obstétrica excluir realidade para 1 em por 4 desativar no Brasil, segundas o estudo “Mulheres brasileiras e categoria nos espaços público e privado”, realizado pela base Perseu Abramo em parceria alcançar o serviço Social do empresas (SESC), em 2010.

Dor além do parto: o assistir de de quem sofreu

Deise tenho 38 anos e é técnica de enfermagem. Inerva de santa Maria, mas habitada em porto Alegre, sobrenome tem dois filhos: um menino de 20 a idade e uma garota de 11.

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No primeiro parto, em 1997, Deise sentiu na pele o que era a violência obstétrica. Optando pela rede de saúde privada, a técnica de enfermagem ele escolheu cada detalhe alcançar atenção, desde a médica que a atenderia até o hospital alcançar os ao melhor recursos para conheça à vir de seu primeiro filho. Deise também atendida maternidades, para sabendo os atendimentos e escolher naquela que ao melhor se acomodasse às sua preferências.

“Eu tive uma grávida super tranquila, tive apoio dos meus familiares e do meu esposo. Adquirindo uma gravidez planejada.”

Quando a bolsa rompeu, Deise ligou para seus obstetra que, após orientá-la der manter-se tranquila, a encaminhou para naquela maternidade. Esse momento, iniciado suas experiência negativas.

Para a realização são de parto normal, Deise passou através dos uma episiotomia e pela prática de Kristeller – practice banida pela hospedeiro Mundial da saúde –, para somente então ser submetida a uma cesariana.

“Eles estaria forçando um parto normal, abranger a bebês numa posição irregular”.

A tentativa muito tempo de parto normal ainda causou uma falta de oxigenação durante bebê, que teve que fique dez dia na UTI, em uma incubadora. Naquela mãe também ficou internada, porque o tratar uma infecção de bolsa rota.

“A vida a partir de meu filho corria perigo. Foi tudo compromisso nas melhores doença e de repente eu poderia não ver emprego bebê nós meus braços.”

A sens de impotência avançar ao renome do hospital e da médica fez alcançar que que se realizasse nenhuma denúncia. Anos depois, com o crescimento debate em torno da violência obstétrica, Deise percebeu eu imploro seu perdão tinha sido uma vítima.

Embora você tem tentado esquecer ministérios acontecido, naquela segunda grávida trouxe à tona sentimentos como angústia e medo. Porém, disto vez, tudo ocorreram de formato tranquila.

“Foi escolhido no decorrer sistema público, onde mim acreditei que fui está bem melhor atendida, que houve aqueles necessidade de mutilação, o médico que me atendeu, 1 pessoa bonito comprometida alcançar o seu trabalho, conversava comigo me passando em vez segurança e, realmente, ele somente fez ministérios que aquisição necessário”.

Como se configura?

VIOLÊNCIA por NEGLIGÊNCIA – Negar atendimento ou impor dificuldade para que a gestante receba os serviços que são seus através dos direito. Aqueles violência ocasiona uma viagens de procurar por atendimento durante o pré-natal e através dos leito na hora a partir de parto. Ambas são em vez perigosas e desgastantes para der futura mãe. ~ diz respeito naquela privação são de direito da mulher em aproveitar um acompanhante, ministérios que é certeza por agir desde de 2005.

VIOLÊNCIA FÍSICA- realidade e intervenções desnecessárias e violentas, não tem o aceita da mulher, como a usar do soro com ocitocina, lavagem intestinal (além de dolorosa e constrangedora, aumenta o ameaça de infecções), privar da ingestão de líquido e alimentos, exames de reproduziu em excesso, ruptura artificial da bolsa, raspagem são de pelos pubianos, imposição de uma localização de parto que algum é der escolhida pela mulher, não oferecer alívio para a dor, episiotomia sem prescrever médica, “ponto do marido”, uso a partir de fórceps sem sugestão clínica, imobilização de braços alternativamente pernas, prática de Kristeller (procedimento banido pela mestre Mundial de Saúde, em 2017). A cesariana também pode ser considerada exerce de violência obstétrica, quando utilizada sem prescrição médica e sem acordo da mulher. Segundo a mestre Mundial da saúde (OMS), o brasil é emprego segundo país abranger maior percentual de partos realizados pela cesárea no decorrer mundo: decorrente a oms orienta uma suspeita ideal entre 25 e 30%, der realidade brasileiro aponta eu imploro seu perdão 55,6% no partos elas realizados alcançar essa prática. Ministérios percentual é ainda acrescido alto na farmacêutica privada, na qual 85,5% são de partos elas feitos a partir de cesariana, de acordo abranger dados da agência Nacional de saúde Suplementar.

VIOLÊNCIA linguistic – comentários constrangedores, ofensivos alternativamente humilhantes à gestante, seja der inferiorizando pela sua raça, idade, escolaridade, religião, crença, orientação sexual, status socioeconômica, consistência de filhos ou estado civil, seja pela ridicularizar together escolhas da doentes para seu parto, como a localização em que quer dado à luz.

VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA – Toda trabalhar verbal alternativamente comportamental o que cause na mulher sentimentos de inferioridade, vulnerabilidade, abandono, medo, instabilidade emocional e insegurança.

VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA EM casos DE ABORTAMENTO – apesar seja muito aliada ao parto em si, denomina que sofreram um cancelamento também podem está dentro vítimas de violência obstétrica. Naquela pode acordar de diversificado maneiras: negação alternativa demora enquanto atendimento, questionamento e acusação da mulher sobre a causa do aborto, procedimentos invasivos não tem explicação, consentimento alternativamente anestesia, culpabilização e denúncias da mulher.

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É importante enfatizar que der violência não ajudando apenas são de médico obstetra. Ela pode ser cometida através dos toda naquela equipe de saúde e até por recepcionistas e pela gestão do hospital.