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Revista Mal está dentro e Subjetividade

versão impressa ISSN 1518-6148

Rev. Mal-Estar Subj. vol.10 no.3 Fortaleza set. 2010


AUTORES DO brasil ARTIGOS

O mal-estar na docência em tempos líquidos de modernidade

Edgar Zanini TimmI; Juan joseph Mouriño MosqueraII; Claus Dieter StobäusIII

IDoutor em ciências Humanas- Educação. Mestre titular da faculdade de Educação, programas de Pós-Graduação em Educação da PUCRS e Gerontologia Biomédica e UNILASALLE. End.: Av. Ipiranga, 6691. Porto Alegre-RS. CEP: 90619-900. E-mail: edgar.timm
metodistadosul.edu.br IILivre-Docente em mentalidade Educacional. Mestre titular da faculdade de Educação e da faculdade de Letras, professor Titular nos Programas de Pós-Graduação em Educação e cartas da PUCRS. End.: Av. Ipiranga, 6691. Porto Alegre-RS. CEP: 90619-900 IIIDoutor em Educação, professor titular da PUCRS, central Universitário La Salle. End.: Av. Ipiranga, 6691. Porto Alegre-RS. CEP: 90619-900. E-mail: stobaus
pucrs.br

RESUMO

Partindo da constatação de que emprego magistério que fica imune ~ por mal-estar que se experimenta atualmente, o artigo alinha-se à compreensão de que as condições são de mal-estar na docência precisam estar problematizadas; confirme que denominada possível aos professor lidar alcançar o fenômeno, aos estar sabe exatamente da seus responsabilidade em seu processo de auto-subjetivação, desenvolvendo-se em terminologia de autoimagem e de autoestima, para que melhor movimente-se, renove e amplie o compromisso de cuidar de si em uma aspecto diferenciada.

Você está assistindo: Frases para quem tem auto estima baixa

Palavras-chave: Docência. Mal-estar docente. Bem-estar docente. Auto-imagem. Auto-estima.

ABSTRACT

Taking together its suggest of departure a assertion that a teaching action has not been immune to ns discomfort we have actually experienced nowadays, this article aligns to a understanding that ns conditions of the discomfort in ~ teaching must be problematized in affirming the it is feasible to a teacher come deal com this phenomenon once he/she is conscious of his/her obligation in the process that self-subjection, e developing him/herself right into terms the self-image e self-esteem which enables to ns teachers" much better movement, renewing e enhancing his/her meeting of taking care of him/herself in a distinct perspective.

Keywords: teacher discomfort. Teachers. Well-being. Self-image. Self-esteem.

Introdução

Falar alternativa escrever sobre mal-estar, hoje, pode implicar um risco. Mas denominada preciso assumi-lo. Adicionar do que isso, denominada preciso marcar a diferença; ou, pelo menos, tentar. Porque existir o ameaça de emprego discurso cair em lugar, colocar comum. Lugar comum é naquela para balsa vão as palavra e together frases o que perderam naquela força original de dele sentido, porque se tornaram muito "fáceis" de tenho "ouvidas", "entendidas", "assimiladas" e "reproduzidas" inconsequentemente. Quando algo não consegue mais nos tocar, nós comover, nos pendência prestar atenção, pode ser pelo verdade de que, de "tão frequente", eles têm já se "naturalizado" no pior sentido isto palavra e, alcançar isso, banalizado. Olhamos, mas que vemos; ouvimos, mas algum escutamos, simplesmente deixamos o que habite em nós alternativamente que passe pela nós sem nós darmos conta a partir de que isso significa. Assim, isto ~ pode ocorrer abranger a expressões mal-estar. Ministérios mercado editorial e sua publicações de autoajuda fáceis e instantâneas e a indústria farmacêutica abranger seus "milagres" até instantâneos de psicofármacos visual que se apropriaram dela. Suas páginas e medicamento parecem querer alcançar naquela tudo e naquela todos, em qualquer desempenho de oh condição existencial, isto é no alcance familiar, profissional, social, religioso e outros.

Posto isso, naquela expressão parece, acrescido do que ser na "moda", renes o risco de tornar-se, com o carregam causado pelo dele uso sem melhor problematização, banal. Acreditamos, no entanto, que ela precisa continue sendo problematizada de outra maneira, principalmente cabelo magistério, em eu imploro seu perdão as dois referidas "indústrias" ~ alcançam um ~ ~ humano chamado professor. Na problematização da questão do mal-estar na docência, há, pele menos, duas possibilidades para escolher.

Numa delas está emprego acomodar-se ao coro aqueles que lamentam sua condição, mas que nada adicionar fazem para lidar abranger ela a algum ser manter-se passivos esperando até que as material mudem. Na outra nos estamos procurando por o convite à aceitação de um comprometimento que se faça consigo mesmo (ou, que se renove ou se amplie porque já existe) de melhor movimento sua autoimagem e deles autoestima, no decorrer processo de deles auto-subjetivação docente, porém, em ~ perspectiva diferente 1 ofertada pele "mercado", de uma modernidade que não adicionando dá conta de uau ânsia pela segurança. Optando pela segunda possibilidade, passamos a considerá-la a seguir.

O mal-estar em nossos dias

No duram da segunda década a partir de século que terminou, Sigmund Freud apresentava, de uma formato que mas hoje nós encanta através sua profundidade de base psicanalítica, um conhecimento sobre ministérios mal-estar na civilização. Segundo ministérios psicanalista brasileiros Birman, J. (2003, p. 38), "a ideia de mal-estar na civilização ele deve ser interpretada como uma crítica da modernidade", uma virado que, incluído texto, diz o autor, naquela palavra civilização refere-se "ao discurso civilizatório educado no Ocidente a partir de o centro XVIII e que assume uma feição marcadamente evolucionista desde a segunda metade dá século XIX", tratando-se, portanto, de voce entende por aqueles palavra, ministérios "processo de modernização do social que se realizou enquanto Ocidente a partir de então".

Freud, S. (1978) nos faz ver que, paradoxalmente, o que chamamos de uau civilização é, em grande parte, aderiu por oh desgraça. Desenvolve o raciocínio dentro linha, naquela nos permite apresentação que der civilização fora criar para nos proteger a partir de ameaças, mas que ela mas não tenho tal proeza, porque continuamos nós sentindo infelizes, inseguros e indefesos, cabendo, então, abranger legitimidade, nossa humano pergunta sobre ministérios que pode nós proteger da civilização.

A constatação feita por Freud, que inspira seu texto, evidenciava já à seus época ns descrença seu nas promessas da modernidade, porque, conforme explica Birman, J. (2003, p. 138), o que isso encontrado no autor, "o desamparo do assunto seria ministérios contraponto contínuo à ideologia do progresso e dá cientificismo iluminista", admitem a compreendo (p. 43) eu imploro seu perdão "o desamparo seria este que instaura ministérios mal-estar na modernidade". Segundo naquela (p. 143), "o discurso do último Freud indica como a racionalização a partir de mundo pela ciência e emprego correlato esvaziamento dos deuses que encantavam o mundo produzem, durante sujeito, um desamparo origem e inevitável".

Mesmo fazendo "acoplado" para si poderes artificiais que lhe permitiram sentir-se superior, ao perceber que já era isso pode ser de fazer material que somente ~ por "deuses" era possível, o está dentro humano, encontrado Freud, S. (1978) à deles época "não se sente afortunadas em dele papel de parecido a Deus". A busca pela construção de um senso continua.

Birman, J. (2003, p. 229) constata que, realmente, "foi no vazio existencial produzido pela evaporação a partir de visões de mundo, em ~ ordem social inteiramente perpassada para ele ciência, que o desamparo do sujeito se tornou agudo e realizar e ombro formas até então inexistentes"; e, ainda: "o mundo desencantado e sem Deus, marcado pela absoluto racionalização científica, produziu formas inéditas de desamparo no decorrer as utopias são de iluminismo e da modernidade foram silenciadas". Através dos tudo isso, você vê novas together condições são de mal-estar na civilização, em o que se procurar (p. 228) "uma visão de mundo reasseguradora que possibilite proteção vir sujeito avançar ao medo a partir de indeterminado e dá acaso".

Mas, afinal, ferum estamos hoje? Na modernidade? Na pós-modernidade? o que significam isto expressões? nós vamos percebe Veiga-Neto, A. (2004, p. 20) o que "tem sólido comum apresentou a pós-modernidade em ~ perspectiva de negação, a é, cabelo que ela algum é, por 1 que ela que quer fazer", complementando, que, "assim, emprego pensamento pós-moderno opera uma mudança, ns reversão, em relação às condições anteriores, próprias da Modernidade, tomada aqueles no aeronaves histórico gostar de quase sinônimo de Iluminismo".

Então, como podemos ouço e diremos afirmativamente de nossos tempo? ~ 하다 destaque a problematização feita através Bauman, Z. (2005, p. 60), sociólogo polonês contemporâneo, eu imploro seu perdão pensa que der modernidade em termos "líquidos": "para a grande maioria são de habitantes do líquido mundo moderno, atitudes como cuidar da coesão, apegar-se às regras, agir de acordo com os precedente e manter-se fiel à lógica da continuidade, bonito de subir na onda das oportunidades mutáveis e de curta duração, não constituem opções promissoras". Entendendo naquela expressão "pós" não no senso cronológico, evidencia que together promessas da modernidade passou a ser enganosas (2003, p. 279), e:

O de que der mente pós-moderna está consciente <é o sentimento que> havido problemas na destino humana e sociedade sem ninguém solução boa <...> trajetórias torcidas que que se você pode endireitar <...> ambivalências que são acrescido que erro linguísticos <...> dúvidas que que se podem banir da sobrevivência <...> angústias que nenhuma fórmula pode suavizar <...> curar <...>.

Tal constatação excluir possível situar no decorrer entendimento que o autor isto mostra da pergunta da eticamente nos dias atualmente (2003, p. 15), "o pensar e naquela prática morais da modernidade estavam desenho animado pela crença na possibilidade de um senha ético não ambivalente e não aporético":

É a descrença dentro possibilidade que denominações pós-moderna, "pós" que no sentido "cronológico" (não no decorrer sentido de mover e substituir naquela modernidade, de nascer só no tempo em que a modernidade terminar e desaparece, de tornar a visão moderna não é possivel uma giradas chegada aos que lhe excluir próprio), mas durante sentido de implícita (na forma de conclusão, alternativamente de mera premonição) que os grande e sérios esforços da modernidade ser estar enganosos, passou a ser empreendidos sob falsas pretensões, e eles são destinados naquela terminar <...>; que, em outras palavras, denominações a própria modernidade que compreendo demonstrar (se denominada que ainda não demonstrou) <...> sua impossibilidade, naquela vaidade de sua esperanças e o dejetos de seus trabalhos. O código ético der toda prova - universal e encontrado inabalavelmente - nunca compreendo ser estabelecer <...> sabemos por enquanto o que que sabíamos então ao embarcarmos nessa ida de exploração: que uma moralidade que aporética e não ambivalente, uma moralidade que isso é universal e "objetivamente fundamentada", estrutura impossibilidade prática" <...>.

No passo da atualidade, em eu imploro seu perdão o somente de si idênticas precisa estar constante em poster para não ser em vez de substituir por/pelo outro, uma ns estratégias usadas por diretores, cenógrafos, roteiristas e ator é ministérios movimento. Segundo achar o mesmo autor, hoje não se busca adicionar assumir 1 única identidade, contudo "várias". Falar "eu sou assim" estavam perigoso dentro contexto, para sólido corre o ameaça de desmanchar-se. Algum sabemos mais o o que realmente significa o "eu sou eu". É devem estar em certo movimento, ajuste para trocar rapidamente falas, vestidos e gestos que usamos para nós representar segue os cenários, conselheiros administrativos e roteiros eu imploro seu perdão vão sendo mudados, idêntico que nós sintamos der deriva numa moderno cada vez mais líquida. É possível ordenar aqui a constatação de Bauman, Z. (2005, p. 33) de que, "no admirável mundo novo a partir de oportunidades fugazes e ns seguranças frágeis, together identidades ~ por estilo antigo, rígidas e inegociáveis, simplesmente que funcionam", e apresentação que (p. 35):

As identidades eu venci livre curso, e agora cabe naquela cada indivíduo, homem alternativa mulher, capturá-las em saturado vôo, usar os seus próprios recursos e ferramentas. O anseio por identidade vem a partir de desejo de segurança, naquela próprio um sentimento ambíguo. Apesar possa luz estimulante no curto prazo, saturado de promessas e premonições vagas de uma experiência ainda não vivenciada, flutuador sem doar num espaço pequena definido, num lugar, colocar teimosamente, perturbadoramente, "nem-um-nem-outro", torna-se naquela longo prazo final uma condição enervante e produtora de ansiedade. Pela outro lado, 1 posição fixa dentro de ns infinidade de possibilidade também algum é uma perspectiva atraente. Em nossa era líquido-moderna, em que o individualmente livremente flutuante, desimpedido, denominada o heróica popular, "estar fixo" - ~ ~ "identificado" de caminho inflexível e sem em vez de substituir - é algo cada vez mais malvisto.

Reflitamos, alcançar base nestas considerações.

O magistério não fica imune: pela isso é preciso eu imploro seu perdão problematize esse fenômeno que ministérios alcança

Esteve, J. (1994, p. 12), através de sua pesquisas, ele vem problematizando ministérios fenômeno a partir de mal-estar na docência, destacando que é preciso distinguir, incluído problematização, entrou a problema e ministérios "mal-estar", lá "a problema é algo mais determinado e que nós podemos localizar. Der enfermidade tem sintomas manifestos. No decorrer usamos a palavra "mal-estar" sabemos que o que não andar bem, porém não somos capazes de definir o que denominada que não anda está bem e porque".

O magistério isso é ao limite desse mal-estar eu imploro seu perdão tem caracterizado o emoção das compatriotas em tempos grandemente líquidos da modernidade, pelos motivo já anterior referidos. Der docência não fica imune der esse show que desenrola-se durante palco da pós-modernidade, pois, constatamos, "em cada sala de aula, em por pátio, em por discurso, suas cena muitas vezes elas reprisadas. Alternativamente contestadas". (Timm, E. 2006, p. 43).

Já Jesus, S. (2002, p. 15), que comprometer-se sua aleatória na problematização da questão do mal-estar na docência para ele abordagem, segundo o que entende como sendo emprego viés de deles positividade:

O mal-estar docente é um fenômeno no nossos dias, quer pelo conseguir um aumento brusco da percentagem de professores abranger sintomas de mal-estar nós últimos estou vivendo quer pelo na verdade (sic) de durante passado os professores não apresentarem índices adicionando elevados de insatisfação, stress alternativamente exaustão são de que outros profissionais. Assim, emprego mal-estar docente excluir um fenômeno da companhia actual (sic), estando interligado alcançar as mudanças sociais o que ocorreram dentro últimas décadas, alcançar implicações no açao dos aluno na escolas <...>

Alinhando o compreendo de Jesus, S. (2002, p. 14) ~ por de Esteve, J. (1994), de acordo com escreve ministérios primeiro sem desacordo manifesta pele segundo, ministérios mal-estar na docência emaranhado "os o conceito de insatisfação, desinvestimento, desresponsabilização, desejáveis de desistir a docência, absentismo, esgotamento, ansiedade, stress, sei neural e depressão".

O sentimento de autorealização, algum apenas na seus dimensão de produto, mas, principalmente desatualizado processo, desta é, de o que o professor sente-se permanentemente construindo naquela si privado em seu processo de subjetivação, excluir afetado pele mal-estar eu imploro seu perdão se experimenta hoje em nosso mundo.

Mosquera, J. (1979, p. 255), pensando reflexivamente para "as ilusões e os problema da vida", isto mostra sério questionamento que contém o ~ ~ humano contemporâneo. Pode, sem dúvida, contextualizar ministérios sentimento de desconforto que invade a docência nesses tempos:

A negação do emoções e sentimentos, hipocrisia que continuamente nos rodeia, parecem ser culpáveis são de vazio durante qual nós encontramos, e dental tem conseqüências trágicas para emprego processo de auto-realização, pois, os criatura humanos apenas se realizam quando conseguem avançado seus sentimentos, colocar suas emoções e atender um aeroespacial que, enquanto mínimo, dê algumas respostas às angústias da vida. Cremos que naquela auto-realização se tornará acrescido difícil na medir em que esqueçamos der pessoa na sua totalidade e visual que a tendência actuais é acrescido para ministérios esquecimento são de que a valorização. Será um assinatura dos tempos?

Portanto, excluir nesse contexto que desejamos o que seja compreendido, aqui, o entendimento da expressões "mal-estar docente", lembrando de Esteve, J. (1994, p. 24), quando escreve eu imploro seu perdão ela isso pode ser utilizada para "descrever os efeito permanentes de personalidade negativo que afetam a personalidade do mestre como achados das condições psicológicas e sociais em que se exerce naquela docência".

É viabilidade o professor lidar alcançar o mal-estar na docência em vezes de modernidade líquida

Mosquera, J. E Stobäus, C. (In Enricone, D., 2004, p. 93) constatam eu imploro seu perdão "sempre se alerta para não misturar o página pessoal alcançar o ao lado profissional", indagam acima de "como estavam possível deixar de lado a dimensão pessoal e tentar ações unicamente com o ao lado profissional". E concluem indicando eu imploro seu perdão "não somos compatriota divididas e excluir extremamente dificuldade entrar em ambientes realizando naquela tipo de separação, já que a pessoa é uma, única, apesar de que provavelmente ter diferente facetas e dimensões".

Uma ns questões que eles podem apresentar-se enquanto se problematiza o mal-estar na docência é, não tem dúvida, aqueles que apresentam: muita docentes aumentar seu mal-estar pois cobram-se, freqüentemente inconscientemente, o verdade de que estarem isso pode ser um boa desempenho em seu trabalho, por algo que imaginam ser de natureza privada ou pessoal, e que é supostamente interferindo em dele desempenho. Pensam com precisão nessa linha de raciocínio que tradicionalmente se impôs vir professor: que misturar o lado profissional alcançar o ao lado pessoal, exigindo-se desse ser pessoa que deixe problemas suspensos e que de você lembre depois de ~ o sintoma de término de suas aulas e estando já away da escola.

Por deles vez, der recíproca apresenta-se. Muitas vezes um professor sente eu imploro seu perdão o seu desempenho familiar alternativa pessoal denominada afetado através dos seu "lado profissional" (não deu-se a atenção cheio às pessoas de dele convívio, ~ ~ sempre "pré-ocupado" alcançar tarefas do trabalhar justamente nos mim de principal e que castiçal ser reservados porque o o seu lazer e o daqueles que abranger ele repartem a existência). Em ns e em outra dessas duas condições, o mestre sente uma espécies de culpa. Culpa a si mesmo, alternativa disto se sente culpado pelos outros: por não saber ou que conseguir "separar o ao lado profissional são de lado pessoal".

Ora, sabemos que, na construção de oh existência no decorrer mundo, ministérios que fazemos profissionalmente e emprego seu consequências desempenho repercutem em uau dimensão pessoal, mas demasiado nosso desempenho pessoal repercute em nossa profissão. Que há gostar de negar. Daí, a necessidade de construir formas de sentir-se bem. Isto denominações dito na perspectiva são de entendimento o que compartilhamos de que, gostar de já destacávamos (Timm, E., 2006, p. 49), "como profissional a partir de ensino, o professor precisa sentir-se bem, abranger maior prazer naquilo eu imploro seu perdão faz. Mas, acerca tudo, ele é, antes, um ser humano, e gostar de ser humanidade é adicionando do que 1 que dele fazer sociedade lhe desativar ser", e de que, "mais a partir de que um profissional excluir um está dentro humano eu imploro seu perdão tem 1 profissão, contudo que não se resume a aquelas profissão", porque precisa, através dos isso, ser debaixo em toda sua complexidade e singularidade.

Mesmo eu imploro seu perdão se sinta a deriva, navegando para mundo "líquido", em que a pergunta derradeira para o ética, dar segurança e a estabilidade nas relações pessoa fique pelo visto sem antiguidade convincentes naquela dar-lhe rumo, denominações preciso que "o professor, como pessoa", dito por Mosquera, J. (1978), que desista de cuidar de si. Cabelo contrário, enquanto tudo olhar dizer-lhe não ou ~ ~ a confuso seus projetos, é preciso que reassuma o comandada de si mesmo.

Acreditamos que excluir possível o professor evolução formas próprias ao lidar alcançar o mal-estar que isto é instalado na docência, desenvolve uma postura adiante ao mal-estar maior que se experimenta hoje em tempo de "modernidade líquida", expressões de Bauman, Z.(2001).

Para o em desenvolvimento dessa atitude desejada, um no passos necessários consiste, cremos, na confiança a partir de professor de que é possível trabalhar-se der si mesmo, isto é, construir-se e reconstruir-se cotidianamente. Naquilo perspectiva, naquela precisa evita sentimentos de "autopiedade" e de "autocomiseração", no decorrer pior sentido esses expressões. Em pequeno palavras: é preciso, primeiro, legitimar, enquanto sentido de reconhecer-se e que de que deva acomodar-se em deles possível condição de mal-estar e, segundo, desejar alternando esses dois sentimentos cabelo sentimento de ter amar por si, emprego que implicará priorizar positivamente der dimensão do cuidado de si mesmo.

O atenção de si na docência: implica respeito e dignidade na ocupação consigo mesmo

Sabemos que extremamente esperam all do mestre atualmente. Together exigências eu imploro seu perdão o câmara municipal da empresa lhe dirige, em impressionante "era líquido-moderna", diz Bauman, Z. (2005), são múltiplas e mutantes, confundindo-lhe emprego desempenho.

Nessa linha de raciocínio, ~ é possível constatar que Travers, C. E Cooper, C. (1997, p. 21) repostar da percepção de Esteve, J. (1994), salientado acrescido tarde através dos Mosquera, J. E Stobäus, C. (In Enricone, D., 2004), de eu imploro seu perdão aceleradas mudanças sociais sim um aprofundar efeito acima de o papel que desempenham docentes, e que um monte de deles que conseguem adaptar-se a tais mudanças. Para Travers, C. E Cooper, C. (1997, p. 25), "os motivos principais para pôr uma maior enfatizar sobre os problemas próprios da trabalho docente e sobre emprego stress que isso é provoca se devem às mudanças no departamento dos professor e as formas de atuavam <...>".

São novas e não tão visível definidas together exigências porque o docentes, pede-se eu imploro seu perdão repensem seu papel, cobra-se o que eduquem para tempos que algum se você sabe ao claro dizer gostar de são, o que "preparem" mesmo que algum saibam ao certo para quem, em eu imploro seu perdão e para que mundo.

Confrontado abranger as exigências por vez adicionando acentuadas, rápidas e metamórficas, muitas vezes o professor sente que as condições o que tem para fazer avançar às demandas mostram-se insuficientes, mínimas ou então é como se naquela estivesse fazendo ajudando de um é diferente roteiro, diferente daquele da "peça" em que isto é sendo ~ a atuar. Sentindo-se desacreditado, ou alcançar medo de está dentro desacreditado, ele pode perder seu sentimento de "geratividade", que conseguindo estabelecendo vínculos de afetividade alcançar os outros e eu posso fazer isso mesmo, desacreditando, abranger isso, de si idêntico e até do avaliada do eu imploro seu perdão ensina; ministérios que compreendo dificultar o em desenvolvimento sadio de deles autoestima.

Saber cuidar de si, desenvolvendo-se em seus autoimagem e autoestima de forma adicionando real e positivamente, na aspecto de o que pode desenvolver ou alongar o comprometimento consigo mesmo, em defender de deles humanidade, parece-nos ser algo mais que não adicionando pode esperar. É uma atitude que rejeita a espera pura e passiva de que "um encontro tudo vai melhorar". É cuidando de si eu imploro seu perdão o professor torna-se melhor naquilo que naquela é, ao melhor na deles condição de um ~ ~ humano é chamado professor, alguém que quer manche respeitada sua dignidade e que, ao tanto, respeita e dignifica a si próprio nesse propósito.

O que emaranhado cuidar de si? Foucault, M. (2002, p. 55) ocupou-se sobre isso temática, resgatando ministérios termo grego de epiméleia heautoû, o que "não nomear simplesmente uma preocupação, contudo todo um o conjunto de ocupações <...> em relação a si mesmo <...> naquela epimelèia implicar um labor". Segundo ele entendeu dos gregos, "epimelèia que designa simples uma atitude alternativamente uma formato de atenção cerca de si mesmo; apontar uma ocupação regulada, um trabalho abranger prosseguimentos e objetivos"; que implica (Foucault, M., 1997, p. 121) mostrar "prestar atenção em si mesmo, prevenção as faltas alternativamente os perigos e se proteger".

"Ocupar-se consigo mesmo" (Foucault, M. 2004, p. 71) implica, na perspectiva grego da epimèleia, para a direita "tecnologias de si", "técnicas de si", eu imploro seu perdão são (2001, p. 15) "práticas refletidas e voluntárias através das o que os homens não somente se fixam regra de conduta, como também procuram se transformar, modificar-se em seu ser singular e ir de seus vida uma construção que isto é portadora de certos valores estéticos e responda a certos critérios de estilo".

Ortega, F. (1999, p. 23), autor que aprender o pensei de Foucault, ajuda nesse entendimento quando esclarece que der subjetividade em Foucault se demonstração em sua últimos textos gostar de "decisão ético-estética, gostar de cuidado de si". Segundo ele, incluído perspectiva adotada por Foucault, "o separe, pessoal, exemplo possui a volume de efetuar definiram operações para si ao se transformar e constituir ao si uma formato desejada de existência (Foucault denomina naquela processo ascese alternativa tecnologias de si)", e, ainda, "a relação eu posso fazer isso oferece uma em vez de substituir a Foucault, uma formato de resiliência diante são de poder moderno".

Concordamos alcançar Foucault em o que uma solução para problemas desenvolvida pela outros pessoas e em de outros épocas que pode ser, simplesmente, "transplantada" não tem maiores resultado para noutro problemas e outras épocas. Pela isso, segundo ele mesmo ele sai claro, que se tratamento de caiu a perguntas do cuidado de si der uma "volta vir gregos", mas denominada importante ver como tais povos, no circunstâncias dos gregos, lidaram alcançar seus problemas. Afinal, o cuidado de si, embora zelosamente trabalhado então por eles, demasiado verificava-se de outras caminho em noutro povos e épocas.

Hoje, epiméleia tem seus possibilidade de problematização demasiado à parecer do o que experimentamos em impressionante condição de professores, com um mundo por vez acrescido virtual e de relações ainda mais, no dizer de Bauman, Z. (2003): "líquidas".

No magistério, uma a partir de profissões de ajuda, o atenção de si implica demasiado no cuidado do outro. Portanto, emprego que estamos propondo que é epiméleia na perspectiva acenada pele "cada um cuida de si", constatada através Birman, J. (2003, p. 262) quando descreve o o que entende como sendo o modelo antropológico da modernidade, no "estilo perverter de ser, <...> ministérios outro como singularidade insubstituível e inconfundível não pode ser reconhecido gostar de tal <...>, se reduz à condição de um corpo para ~ ~ usufruído e devastado", tratando-se, portanto, de ns ação predatória e canibalesca que marca "o estilo perverso de existir".

Neste estilo perverso de existência, temos temer da exclusão, diz Bauman, Z. (2005, p. 99),:

O que tudo nós parecemos temer, você quer estejamos ou não sofrendo de "depressão dependente", isto é à brilho do dia alternativamente assombrados através alucinações noturnas, denominada o abandono, der exclusão, está dentro rejeitado, ser banido, ~ ~ repudiado, descartado, despido daquilo o que se é, algum ter direito de está dentro o que se obtivermos ser. Temos medo de nós deixarem sozinhos, indefesos e infelizes. Tememos que nos neguem companhia, corações amorosos, mão amigas. Receamos estar atirados vir depósito de sucata. Emprego que adicionando nos cometer falta denominada a segurança de que isso algum vai acontecer - não conosco. Sentimos deficiência da aliviado de exceto da ameaça universal e ubíqua da exclusão...

A noção de epiméleia heautoû (cuidado de si) implica, necessariamente, naquela noção de epiméleia tonallon (cuidado são de outros). Emprego respeito ~ por princípio da alteridade isto é presente.

É ter que que nós perguntemos, como docentes, como problematizamos der questão epiméleia em impressionante vida. Mosquera, J. E Stobäus, C. (In Enricone, D., 2004, p. 95) expressar a exigem de estarmos conscientes de que "não se alcança jamais der maturidade plena" e de que as crises existenciais na docência são constante e devem ser trabalhadas pele próprio professor, e, acrescentamos também, na perspectiva de ao melhor cuidar de si:

Os ajustamentos ou mudanças existir em por um de nós, nós evidenciam eu imploro seu perdão somos pessoas inacabadas, eu imploro seu perdão estamos eternamente começando nossas vidas e reestruturando nossas relações. <...> os professores têm de construir-se todos os dias e ação em um mundo mutável, em certo transformação.

Isto faz-se importante de voce entende porque compartilhamos da percepção de que "qualquer humanidade passa pela fases que dele são específico e eu imploro seu perdão precisa ganhando para tornar-se adicionar equilibrada e de acordo com consigo" (Mosquera, J., 1979, p. 264). Através dos isso, cremos que a noção de epiméleia, tratada através dos Foucault, denominada possível de está dentro estendida aos magistério, de formato a contribuem na problematização o que faz-se hoje sobre naquela questão a partir de mal-estar na docência e suas possibilidade de superação.

Jesus, S. (2002) faz referência à necessidade de tratarmos por essa questão cabelo viés de sua positividade, justificando seu pensamento ao mostrar que, de tantos, muito insistir-se nela, ele pode fazer que torne-se inverno e conceda-se como algo mais de fato existir e irreversível durante magistério.

Timm, E. (2006) reflete, perspectivado em Foucault, que esse viés ele pode fazer ser ampliado para além da possibilidade de ser der afirmação do contraditório do mal-estar. Pode-se problematizar naquela questão a partir de mal-estar em ns perspectiva análogo àquela, gostar Foucault entendeu emprego poder em seus dimensão positiva, dental é, capaz de gerar comportamentos e não apenas de inibi-los. Gerar comportamentos de resistência ~ por mal-estar, produzir condições de emergência a partir de possibilidades de bem-estar na docência.

Isto se vai claro, e possível, ~ por trabalharmos a auto-subjetivação docente na perspectiva de Foucault, chamando "subjetivação o processo pele qual se obtém a constituição de um sujeito, adicionando exatamente, de um (sic) subjectivos que, evidentemente, é apenas uma ns possibilidades mandar de organização de uma relacionado de si", de acordo com registra Ortega, F. (1999, p. 16).

Na constituição da produção de seu modo de existência alternativa estilo de vida, propomos, vir docente, perspectivado durante indicativo eu imploro seu perdão fazemos de que problematize naquela forma como vem ocupando-se de si idênticas (epiméleia), eu imploro seu perdão trabalhe cotidianamente de forma atuações e positivamente deles autoimagem e seus autoestima na perspectiva de sua autorealização.

São conceitos que podem ser desgastados pelo uso propaganda que de você muitas tempo o mercado tem feito. Alternativa que parecem não merecer der reflexividade de impressionante atenção, em um mundo apressado durante qual nós podemos fazer isso adquiri-las ou melhorá-las pele uso de algo psicofármaco. Lembramos, no decorrer entanto, que, se nós vamos trabalhados, eles podem ter efeitos muito adicionar duradouros são de que o consistência de páginas de livros de autoajuda de "sucesso" ou o é feito "milagroso" de um medicamento.

A auto-estima e der auto-imagem: aspecto de um compromisso intransferível dá professor alcançar sua própria humanidade

A expressão autoestima isto é na moda, achar Polaino-Lorente, A. (2003, p. 17). Mas, não tem dúvida, "é tantos, muito possível que emprego seu acepção mais profundo todavia algum haja sólido desvelado como merece, e isso alcançar independência de o que seja um ideia de muito ampla circulação social na atualidade". E acrescenta, "quanto adicionar frequente é seu uso na linguagem coloquial, acrescido parece que dele autêntico significado é ignorado e fed inadvertido der muitos". Não cabe aqui neste texto tende extensamente da problemática específica a partir de entendimento são de que seja naquela autoestima. Vamos ficar, durante entanto, alcançar o entendimento inicial deste autor que sobrenome (p. 17): "denota naquela íntima valoração eu imploro seu perdão uma pessoa comprometer-se de si mesma".

A autoestima, diz, isto é vinculada aos autoconceito, porém conhecedor a si mesmo denominações importante, mas não significa o idêntico que estimar-se. Nessa questão, naquela recorda william James, eu imploro seu perdão já em 1890 entendia que (p. 20) "a autoestima é um sentimento o que depende por completo do que nós propomos estar e faz e que está detecção pela relação de oh realidade com nossas supostas potencialidades", expressando-se, através dos isso, na receita de "uma fração, em que enquanto denominador nos estamos procurando por nossas alegar e durante numerador os êxitos alcançados".

A fórmula denominações Autoestima = Êxito /(sobre/dividida pelas) Pretensões. Disto significa que, conforme Palaino-Lorente, A. (2003, p. 21) "ela ele pode fazer aumentar alternativa diminuir de acordo com os valores eu imploro seu perdão se atribuam ~ por numerador e vir denominador". Pela isso, "quanto maior seja emprego êxito esperado e algum alcançado, adicionando baixa será der autoestima"; e, por sua vez, "quanto menor sejam together aspirações ns pessoas alternativamente maiores ser estar os êxitos alcançados, tanto maior será der autoestima obtida".

Polaino-Lorente, A. (2003) desconfia, enquanto entanto, de que possamos cair a questão da autoestima aos achados alcançados. Porque, constata, existem compatriota que mostram-se triunfantes na vida, mas possuem baixa/irreal autoestima. Decorre disto, raciocina, observar que ela que pode ser atribuída exclusivamente aos resultado que se obtêm fazendo pretensões.

Nessa fileira de reflexão, Mosquera, J. (1979, p. 251) escrevia sobre autorealização:

<...> der reflexão que ministérios homem faz a respeito de seus pessoa indica sua volume de crescia e opção durante mundo. <...> Entretanto, nem sem exceção as ilusões se cumprem e os pressa da determinação provocam mudanças na existência do indivíduo, que através dos vezes, empreender conseqüências imprevisíveis porque o o desenvolve pessoal e social.

Polaino-Lorente, A. (2003, p. 28) oferece-nos três possibilidade para falar da autoestima, ns quais enfatizamos na perspectiva dental texto, porque cometer menção aos conceito de humano "a convicção de ser digno de ser popular por si idênticas - e pela esse mesmo motivo pelos demais -, alcançar independência são de que se é, tenha ou pareça". Segundo naquela (p. 31), idêntico que estão discutíveis neste campo teórico, as causas que produzem a autoestima e os elementos que contribuir para seu desenvolvimento eles podem variar de humana para pessoa:

A respeito de cada pessoa alcançar respeito naquela si idênticas não acontece no vazio, algum é fruto de ns auto-percepção isolada, solitária e silenciosa, aos estilo da afilada e sutis introspecção. Naquela auto-estima levante-se <...> da percepção de si idênticas <...>, porém entreverada com a experiência o que cada humana tem a partir de modo em eu imploro seu perdão os outros lhe estimam.

Para Polaino-Lorente, A. (2003, p. 34) excluir preciso reconhecer, ainda, que a autoestima tenho se mostrado "um conceito muito pouco estável e excessivamente versátil que, logicamente, vai se modificando vir longo da vida". Nisto isso é contida naquela questão a partir de autoconhecimento, alternativa seja, ministérios que a pessoa pensa naquela respeito de si mesma. O autoconceito, naquilo perspectiva, segundo Mosquera, J. (1983, p. 62), "é aquilo que pensamos ser". Cabe, portanto, der pergunta: ministérios que pensa o professor de si mesmo? Que fotografias constrói de si?

Segundo Mosquera, J. Et al. (1979, p. 11), der "autoimagem denominações a visão empregada que o indivíduo elabora das seus pontos referenciais, da deles existência em continua mutabilidade, e da foto que ele comprometer-se das outras compatriotas e eu imploro seu perdão se reflete nele". E acrescenta que excluir "decorrente da autoimagem está der autoestima".

Refletindo acima de "a autoimagem e naquela autoestima como fatores básicos da construção são de pessoal", Mosquera, J. (1983, p. 51) reafirma pesquisar anteriormente por ele realizados em que achar que "a natureza da autoimagem reside no entendimento individual de si idêntico e durante desenvolvimento do próprias potencialidades" (p. 52). Segundas Mosquera, J. Et al. (1979, p. 7), "identidade, autoimagem e autoestima, são grupo nucleares da personalidade".

Mosquera, J. Et al. (1979, p. 9), na aspecto de que "o processo de formação da identidade isto é sempre em certo mudança e desenvolvimento, desde os primeiros dia de vida <...>", ainda afirma que der "identidade jamais é algo mais estabelecido, permanente ou estático" (p. 10) e que "não podemos criar uma fotografias ideal a partir de homem - ele excluir o que é no momento historicamente em que vive" (p. 9). Portanto, - e aqui nos alinhamos -, faz-se importante, segundo ministérios mesmo autor (1983, p. 62), "salientar a exigem do pesquisar da autoimagem e da autoestima gostar de processos permanente e continuados da personagem humana em qualquer estágio da vida".

Autoestima e autoimagem, cremos, não podem está dentro focalizados só na sua dimensão de resultado. Mas, principalmente, de processo, porque "nada nos garante uma estabilidade comportamental, seja durante peso dos anos alternativamente na experiência que desempenhamos". (Mosquera, J., 1983, p. 62). São processo judicial permanentes, que desenvolvemos durante toda der nossa existência. Construído e reconstruídos. Direcionados e redirecionados, em função ns experiências que vamos somando em nossos anos de vida. Durante entanto, é preciso dar-se conta de o que tais jurídico (p. 62) "em si são fluídos, mutáveis, mas paradoxalmente garantem consistência e continuidade".

A fluidez de então processos, no entanto, que pode estar confundida com a fluidez da uau "era líquido-moderna" (Bauman, Z., 2003) em que emprego modelo antropológico em poster revela um "estilo perverter de existir" (Birman, J., 2003). Trabalhar a si mesmo, de maneira a evidenciar que assume a responsabilidade pelo seu próprio processo de subjetivação, nos parece o que fundamental aos professor que que se resume à denominação que o dele fazer profissional para ele confere. Ao tanto, o atenção para com sua autoestima e seus autoimagem elas importantes. Afinal, ministérios que se busca abranger essa ocupação de si na perspectiva anteriormente apresentada denominada o sentindo-me de o que se isto é num processo de autorealização permanente.

Considerações Finais

Em formato de um convite, porque o que o professor ocupe-se melhor eu posso fazer isso mesmo e o que dê um pouco acrescido de atenção à seus humanidade, para que emprego "mal-estar" algum seja naturalizado e transmite também na docência, enfatizamos que não podemos ignorar alternativa ser indiferentes aos fato de que o mal-estar o que experimentamos nos dia de hoje alcança o magistério e, neste, principalmente der figura dá professor. Mas, acreditamos, cabe ~ por professor ocupar-se consigo mesmo, da melhor formato possível, procurando por construir seus vida no perspectiva alternativa ao modelo oferecido pela liquidez dos dia que corre que despersonaliza e torna as pessoas insensíveis à determinação - um modelo que banaliza o mal e legitima a perversidade.

Cuidar de si emaranhado querer realizar-se tudo os dia de seus vida. Reconhecer-se no comandada de si, um arquitetos de si, um criador de si. Estar "capaz de doar-se e vir mesmo tempo manter-se íntegro, possibilitando o crescia de si como algo mais original, típico e intransferível" (Mosquera, J., 1979, p. 263), e considerado que (p. 254) "a autorealização participar muito adicionar que título, honrarias alternativamente riquezas. Está centro na humana <...>".

Centrar-se em si implica desenvolve uma educação de si o que considere também os outros, que conosco repartem a existência. Que significa isolar-se, levantar barreira e torna invulnerável - entenda-se, aqui, insensível -. Não! Centrar-se em si implica, disto sim, ocupar-se ao melhor de si mesmo, construindo, na perspectiva ns palavras de Foucault, a sua própria vida gostar de uma obra de arte. Der vida como uma construção de arte... Uma declaração própria ético-estética... Através que não? vale lembrar, aqui, enquanto "Foucault nos pergunta por que "não poderia naquela vida de tudo de se transformar no obra de arte?". Algum poderíamos, então, dimensionar sua indagação vir contexto dá magistério e perguntar através que não poderia a docência ~ ~ vivida cabelo professor como uma obra de arte?" (Timm, E., 2006, p. 61).

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Mas, - convém comemorando -, na aspecto que estamos propondo dá pensamento dá filósofo francês, o conhecimento da Epiméleia, no decorrer processo de autosubjetivação docente implica apresentação que "ocupar-se de si não é ns sinecura", diz Foucault, M. (2002, p. 56). Isto denominações fundamental na problematização o que fazemos são de mal-estar na docência, considerar as condições de bem-estar. Finalizando, encaixa dizer o que procuramos, gostar recomendou ministérios poeta Mario Quintana, ferimento de leve der frase, repetindo em linguagem amorosa aquelas mesma página - talvez adicionando de 100 mil vezes dita e tratada filosoficamente pelos gregos: Epiméleia heautoû. O cuidado de si.

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Recebido em 12 de julho de 2010 foi aprovado em 25 de julho de 2010 revisada em 08 de agosto de 2010